17 DE AGOSTO DE 2019

A serpente e o vagalume


A cidade e Eu
21 de junho de 2019


NUMA floresta havia diversos animais, mas, especialmente, dois eram destaques entre eles: uma cobra e um vagalume!

O vagalume passou toda noite iluminando a todos e para todos, e também a tudo, sempre alegre, atencioso, reverenciando, cumprimentando todos os animais, facilitando o trânsito deles na floresta.

A cobra cheia de raiva, rancorosa, perigosa, atenta não conversava com o vagalume. Mas, distraiu-se o vagalume, voando perto demais, foi pego pela serpente.

Ele, então, diz: Por que você me persegue e quer me matar? Por acaso faço parte de sua cadeia alimentar?

Ela: Não.

Ele: Então por quê?

Ela responde: É porque não suporto o seu brilho! Nem ver você brilhar!

ISTO é uma Fábula, ou seja, uma narrativa alegórica cujos personagens são geralmente animais e conclui com uma lição moral para os seres humanos. Foi usada por Esopo, Bárbio e ganhou com La Fontaine um tom especial, na vida social.

“É um gênero literário de tradição popular dos gregos e outros povos, como nós. O espírito geral é realista e irônico, a temática varia: a vitória da bondade sobre a astúcia, da fraqueza sobre a força, a demonstração de piedade para com os que não a possuem, a derrota dos sabidos, dos presunçosos, dos orgulhosos. Normalmente tem um fecho de sentido moralizante, sendo a lição ou moral da Fábula anunciada por um dos personagens.” (Enciclopédia Barsa, Vol.6, pág.121)

A vida também é assim. Você não vai agradar todo mundo, mas, não deixe de iluminar porque as pessoas se sentem felizes, alegres, contentes com sua presença, precisam de sua palavra, seu conselho, ânimo, disposição, carinho e amor; precisam de sua luz na escuridão de suas vidas. Não deixe que nenhuma cobra (o mal) acabe com seu brilho ou pessoas que querem apagar a sua luz, porque elas são como o carvão: Apagado, suja! Aceso, queima!

EM SUMA, a agressividade, feita com palavras de baixo calão, busca atingir seus desafetos, tenta ofendê-lo na sua moral, na sua forma, na sua Missão Sacerdotal, religiosamente nobre e sagrada, nas suas atitudes e até mesmo na sua vida pessoal. Há pessoas destemperadas, mal-educadas, atrevidas e que se julgam donos da verdade, mas não passam de indivíduos sem caráter, sem moral, sem ética, muitas vezes a serviço da ignorância.

Itabirito está vivendo uma situação fora do comum, por causa da eleição extemporânea. Os ânimos tendem a exaltar-se nas disputas eleitorais. Não somente os candidatos usam da palavra, mas, também os torcedores, os admiradores, os aliados, os opositores, os amigos e os descontentes. É preciso que nas manifestações, nas falas, nos discursos, nas opiniões, imperem sempre a educação, o bom senso, o equilíbrio no manejo das palavras. Os eleitores exigem respeito e consideração. “Não faça na vida pública o que você faz na privada!”.

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