09 DE AGOSTO DE 2020

Calendário registra dia do homem


A cidade e Eu
16 de agosto de 2019


LENDO, como faço regularmente, a folhinha diária do Sagrado Coração de Jesus, deparei-me com o dia 15 de Julho, dedicado ao homem. Não sabia, mas reli a notícia com satisfação e alegria. Minha imaginação viajou de século em século, desde a sua criação, quando aquela massa de barro virgem, intocável pela corrupção humana, segundo a doutrina “Criacionista”, recebeu o sopro divino e despertou-se, para a vida, como algo novo e admirável, e, recebeu incontinente, o nome de Adão. Junto à sua companheira, tirada de seu peito, irradiou-se uma beleza ímpar, e sem concorrente, naquele admirável instante. Que beleza de casal, que agradou ao próprio Criador.

Pena que não durou muito tempo porque a insidiosa serpente surge para desmanchar aquele enlace divino do prazer, da beleza, da santidade daquele primeiro e mais autêntico casal da humanidade.

A MALÍCIA do diabo (aquele que divide), rompendo a corrente da felicidade, pela desobediência à proibição divina, abriu espaço para o pecado original, atingindo a natureza humana de todos os seus descendentes. Expulso do Paraiso Terrestre, vagueia aquele casal, manchado pela culpa, pelos desertos da vida, buscando com seu trabalho o alimento de sua subsistência!

Este homem dotado de inteligência e vontade, com sangue e suor, empreende sua viagem pelas terras virgens e desconhecidas, lutando pela vida que seria multiplicada como as estrelas dos céus e os grãos de areia à beira mar.

Os séculos correram e a persistência e a luta humana de um casal multiplicado quase infinitamente, através de seus descendentes, até nós, dominou os continentes, desdobrou-se em várias raças (branca, negra, amarela), separadas pelas linguagens, pelo poder, pela riqueza, pela ambição, pela inveja, pela força, enfim pela conquista, dominação, até pela escravidão!

O homem, base de terra, dominou toda a terra, os mares, as florestas, o espaço, buscando via naves ultramodernas novos mundos, a começar pela lua, já no fim do século XX da nossa Era.

Com todos os problemas, erros e acertos, o homem valendo-se da força de inteligência de muitos privilegiados, conseguiu, dominando a natureza e os animais, criando, testando, manobrando máquinas de todas as espécies, perfeição, capacidade, chegar ao Século XXI, com grandes e notáveis conquistas, surpreendendo até a si mesmo, pelos notáveis resultados.

ENFIM, não me surpreende que ele seja destacado pelo calendário, com um título a ele dedicado, porque a luta de que foi, está sendo e será capaz está cada vez mais avançada.

A doença, sua maior e mais forte adversária, tentando romper-lhe a força de sua vontade de viver, vem sendo combatida com as mais vitoriosas e recentes descobertas no campo da Medicina, para debelar este mal da face da terra.

A indústria abre espaço para os avanços aliados ao combate dos males de todos os tipos, espécies e formas, dando ao ser humano a esperança de um mundo mais resistente e lutador por uma vida plena de saúde e bem-estar social.

O homem não é somente um animal político (que se reúne numa pólis, ou seja, cidade), mas um sobrevivente do primeiro instante infeliz de sua expulsão do paraíso terrestre, porque Deus, o seu Criador e provedor, dotou-o de uma capacidade extraordinária na luta pela vida, através dos séculos que sucederam àquele primeiro instante infeliz.

O dia 15 de Julho, dedicado ao homem, homenageia-o e recorda sua luta sem trégua pelos séculos dos séculos.

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