16 DE SETEMBRO DE 2019

Saae faz monitoramento de nascentes na Serra da Moeda


Itabirito
06 de setembro de 2019


Com o objetivo de analisar a qualidade e a vazão do aquífero Cauê e Gandarela, onde se situam os poços tubulares profundos do SAAE, que abastecem o Distrito Industrial e parte das residências da região da Água Limpa, o chefe de setor Aldair da Silva e o oficial de serviços Areni da Silva, da Unidade de Tratamento de Água (UTA) da BR 040, realizaram um monitoramento de cinco nascentes na Serra da Moeda e 11 no entorno da Coca-Cola Femsa, na última quarta-feira (28).

Esse trabalho é feito quinzenalmente pelo Serviço Autônomo de Saneamento Básico (Saae) de Itabirito e consiste na coleta da água para a realização de análises físicas, químicas e microbiológicas nos laboratórios da autarquia.

De acordo com o Aldair Silva o objetivo desse trabalho feito desde 2015 é acompanhar a qualidade da água dos aquíferos e certificar que se as atividades do Saae não estão impactando na vazão das nascentes.

Aldair explica que se trata de um serviço extenuante e desafiador por causa das dificuldades físicas para se fazerem as coletas em um local formado por trechos de mata fechada, pedras e antigas trilhas na Serra da Moeda na divisa de Itabirito e Brumadinho.

“Apesar de todas as dificuldades é um trabalho gratificante, pois essa coleta, além de importante é um compromisso sócio ambiental para garantir a sustentabilidade das atividades do Saae”, afirmou Aldair.

O diretor-presidente do Saae, Wagner Melillo, explicou que esse trabalho foi uma condicionante da outorga para uso dos poços no entorno da fábrica da Coca-Cola. Entretanto, a autarquia passou a realizar também a análise química das nascentes para verificar a qualidade da água num raio de um quilometro.

“Além de ampliarmos em número e frequência dessas análises, ainda contratamos um estudo pioneiro de infiltração de marcadores no solo de para verificar o caminho que a água percorre até o aquífero, seja nascente ou cartesiana”, contou Wagner.

Wagner também garantiu que os estudos feitos comprovam que os trabalhos do Saae e da Femsa não afetaram o nível e a vazão de água do aquífero Cauê.

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