09 DE AGOSTO DE 2020

O bem comum e a paz social


A cidade e Eu
13 de setembro de 2019


É UM contrassenso aspirar ao “Bem comum sem a paz social, assim como, gozar de paz social sem buscar o bem comum”. Aqui, o fim justifica os meios! A Constituição Federal encarna categoricamente estes princípios do bem viver em sociedade.

No regime republicano, a forma democrática de vivência do povo fundamenta-se na busca do bem comum. Os membros constituintes reuniram-se, em 1985, para instituírem um estado democrático destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais – liberdade, segurança, o bem estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça – como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista, sem preconceito!

O povo é o senhor máximo do poder, porque o exerce por meio de seus representantes eleitos diretamente, via eleições previstas suas realizações de 04 em 04 anos, para presidente, deputados, senadores (em 2 turnos), prefeitos e vereadores, com o objetivo de promover o bem comum de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, e, tendo a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.

Prezados leitores é só abrir a Constituição, nos primeiros artigos para, lendo-os se convencerem da veracidade destes direitos fundamentais. É inconcebível que os representantes do povo utilizem de um “voto simbólico”, secreto, para aprovar um projeto de lei que desproteja juízes, promotores, membros da Lava Jato, que lutaram e lutam para identificar, julgar e apenar bandidos do colarinho branco, assim como entreguistas de toga e empresários corruptores, os quais saquearam, com políticos corrompidos, as grandes empresas do país, cujo símbolo maior é a Petrobras.

O SURGIMENTO de um jurista novo, inteligente, destemido, responsável, incorruptível, disposto a julgar os figurões do poder, encarcerando-os, a despeito de seus altos cargos na nação, reascendeu a esperança.  Para a glória de um povo, traído pelos seus representantes sem alma nem consciência, é Sérgio Fernando Moro titulado, com todas as honras merecidas, de Homem do Ano.

Moro, hoje, é o nome mais comentado nas redes sociais, segundo divulgou o Data Folha, SP, e tamanha fama despertou o interesse dos curiosos sobre o que ele foi no passado. Eis, parte de um texto escrito por ele, ainda jovem: “Para cada corrupto, existem 8 mil doadores de sangue; enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio são recicladas no Brasil. Na Internet a palavra amor tem mais resultado que a palavra medo. Para cada muro que existe no mundo, se colocam 200 mil tapetes escritos seja bem-vindo; enquanto um cientista desenha uma nova arma, há 1 milhão de mães fazendo bolo de chocolate. Existem razões para acreditar. Os bons são maioria. Eu acredito na força do bem, e somente no bem”.

ENFIM, político que não defende o bem comum do povo não merece ocupar cargo ou posição política em nossos parlamentos e muito menos nas câmaras municipais, que devem ser um reduto de homens (mulheres) honestos e trabalhadores, exclusivamente para o bem estar popular. Pessoas de espírito e de ação comunitária.

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