02 DE JULHO DE 2020

Circular nas ruas, uma aventura perigosa


O Berro do Bode Zé
13 de setembro de 2019


Na convivência urbana não é fácil ser pedestre, se não quiser incomodar, ser incomodado, prejudicado, podendo mesmo ser ferido e até morto, se tentar disputar espaço com veículos. Calçada ou passeio, quando há, pode conter armadilhas de todos os tipos: fixas sob a forma de buracos, desnivelamentos em entradas de garagens, pedras e até correntes (como se espaço privativo fosse), pisos ou pedras polidas e escorregadias; temporárias sob a forma de água, sabão, mangueira e vassoura, mercadorias expostas à venda, veículo estacionado e barzinho. Ainda na condição de temporárias, não faltam pedestres que param e fecham a calçada, enquanto conversam, comprometendo a segurança de outros, que preferem descer e arriscar no caminho dos veículos. Tais pedestres, estacionados em local impróprio, costumam fazer cara feia, se alguém ousa cruzar o mesmo espaço. Estes são apenas alguns dos obstáculos à frente de quem circula nas ruas, considerando apenas as pessoas livres e desimpedidas, porque se levadas em conta as com mobilidade restrita, melhor estas nem saírem de casa. Mas o incômodo e o perigo não está apenas abaixo dos olhos porque, de cima, de pavimentos superiores pode vir a água suja, usada na limpeza de varandas, se não vier a morte, trazida por vasos e outros objetos pesados, colocados em balcões e parapeitos.

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