04 DE JULHO DE 2020

Haja óleo de peroba!


O Berro do Bode Zé
25 de outubro de 2019


Como este país tem cara-de-pau, gente! Como diziam nossos avós, tem para todos os gostos e de todos os feitios! Parece que passou a moda da “madame”, de filho “no colo”, passar à frente na fila do banco, deixando todos os demais irritados e sem condições de reagir ao desaforo; não confundir com a mãe de filho de colo, chegada à agência por seus próprios meios, ou seja, à pé. A primeira deixava o carro estacionado nas proximidades, no qual podia também estar a mãe da criança, emprestada à que chegara à boca do caixa. Em compensação surgem outros, todos os dias, cada um mais atirado e, às vezes, um tanto agressivo. Apresentam-se com mais facilidade nas filas dos coletivos, deixando de se colocar no final, para se achegar às proximidades da entrada do veículo e atravessar à frente de alguém, que pareça menos reagente. Alguns vão além na ousadia, pois atravessam o braço à frente de pessoa a iniciar a subida no veículo, fazendo-a retroceder. Nem se vexam da grosseria! Mas há também os mais refinados, na burla ao direito alheio, no caso, os maiores de 60 anos, que detêm a preferência no direito de ocupar um assento nos coletivos. Há poucos dias, viu-se a entrada de um garotinho (não confundir com o político) de uns 5 anos que, imediatamente ocupou um assento do corredor, mesmo havendo bancada com os dois assentos vagos. Quem está ligado no comportamento humano estranhou e mais estranho lhe pareceu, quando uma senhora bem arrumadinha ocupou o assento, também do corredor, imediatamente à frentes do garoto. A fila era bem longa, de forma, que muitos usuários, incluindo-se pessoas idosas, ficaram de pé. Em nenhum momento do trajeto, a mulher e o garoto cederam lugar a preferenciais e nem trocaram palavra. Parecia até que não se conheciam. Ao final da viagem, quem estava atento, observou que eram mãe e filho. Por que toda aquela trama?

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