24 DE JANEIRO DE 2020

Repúblicas: atual, nova e velha


A cidade e Eu
12 de novembro de 2019


NÓS ESTAMOS vivendo as virtudes e os deslizes da república atual. Estamos decepcionados com a atuação do STF, Supremo Tribunal Federal, sempre estranho nos julgamentos de questões de alta decisão, especialmente daquelas que envolvem os interesses da população. Será que seus membros conhecem bem quem é o povo?

Talvez, o alto e nobre título de que estão investidos retirou-lhes o senso de alma popular? Quem sabe se consideram filhos dos deuses: Júpiter, Titãs, Hércules, Prometeu, Ciclopes, Hades, Netuno? Para eles, entendo, que o grande Tupã é uma figura celeste extinta!

EM ALMAS marcadas pela corrupção, pelo desamor ao Brasil e à família, não há lugar para defesa dos interesses fraternos maiores que atendam, com espírito honesto, as reinvindicações nobres do povo brasileiro.

O povo honesto, que não quer conivência com a corrupção de alguns relapsos dos três poderes, não tem vez com alguns juízes e políticos, vendedores da pátria.

A filosofia grega, da qual somos seguidores, tem duplo sentido, quando se refere às lendas e personagens míticas que encerram um profundo sentido de ordem religiosa, política, social, moral e ética.  Assim pensaram gregos e romanos, cristãos e pagãos, sábios e ignorantes, notáveis homens e mulheres, através dos tempos.

O Brasil está numa encruzilhada do bem e do mal, da verdade e da mentira, da lei e do costume, das análises e decisões contraditórias do Supremo que decide e ‘desdecide’ sobre o mesmo fato, em formas absolutamente preconcebidas, como no caso da Condenação em Segunda Instância.

É preciso uma reforma dos componentes do STF porque não estão alinhados com o desejo do povo. Sou favorável que o Supremo seja composto somente por juízes selecionados por “CONCURSO” e não por “INDICAÇÃO” política. Eles não sabem se servem à verdade ou aos políticos que os indicaram para o cargo.

Mais de cinco mil bandidos, ladrões e assassinos, especialmente alguns conhecidos criminosos do “Colarinho branco”, das três esferas mais altas da nação, serão postos na rua. Certamente irão influenciar a psique, a inteligência e a vontade para o crime de muitos elementos, já inclinados para o mal. São exemplos clássicos, ricos, poderosos, de pessoas bem posicionados nos seus cargos e em suas posses, soltos agora legalmente das prisões para o meio da sociedade. Qual a finalidade? Por quê? Para quê? Somente para atender uma malfadada decisão de meia dúzia de juízes do STF! Que se modifique esta Constituição, feita para atender mais aos ricos e poderosos, do que ao povo dono do poder.

EM SUMA, República Atual é a forma de governo em que os governantes são escolhidos por eleições diretas ou indiretas, por um prazo determinado. República Nova também chamada de república-democrática-populista. República Velha conhecida como primeira república (1888-1930).

O fato é que hoje estamos vivendo um momento cheio de desconforto e apreensão, com decisões jurídicas contraditórias, gerando preocupação no povo que, a qualquer hora, pode revoltar-se inteiro contra poderes corrompidos, pedindo socorro aos altos comandos da Pátria.

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