18 DE JANEIRO DE 2019

O voto consciente


Coluna do Evangélico
05 de outubro de 2018


Nossa nação vive nestes últimos dias um momento marcante para sua história. Tendo em vista o pleito eleitoral no próximo domingo dia sete de outubro, notam-se os ânimos às vezes exaltados de alguns candidatos, que, no afã da procura de votos, chegam a destratar seus opositores políticos proferindo mentiras caluniosas. O eleitor ou a eleitora deve estar atento a este tipo de comportamento. Quem vai votar deve analisar com cuidado o modo de agir dos candidatos para ter embasamento consciente no momento da escolha. Escolher corretamente um candidato fará toda diferença no futuro da nação. Votar em branco ou anular o voto não é um procedimento apropriado para o cidadão ou a cidadã que quer agir com civismo. Isto é omissão. A omissão no cumprimento do dever para com a nação certamente levará a todos os brasileiros rumo a resultados piores que aqueles desejados por todos nós. A omissão, neste caso, configura um desserviço à nação.

Os eleitores e eleitoras que professam a fé cristã, no sentido ecumênico destas duas palavras, além do dever cívico para com a  nação, devem ter o compromisso com Deus de escolher como candidato alguém que coloque Deus acima de tudo, alguém que respeite a família e não seja favorável a projetos de leis que afrontam  a moral judaico-cristã construída e mantida  no seio familiar dos brasileiros ao longo  dos últimos séculos em nosso país, pelos nossos pais e avós. Para quem professa a fé cristã a omissão do voto é muito mais que uma falta de civismo. A omissão neste caso é pecado. Há uma tendência no congresso nacional de colocar em votação leis que afrontam os bons costumes dos brasileiros. A título de exemplo, a lei de descriminalização do aborto é uma delas. Uma pessoa cristã não pode votar em um candidato que não tenha uma posição incisiva contra o aborto. Muitos candidatos são evasivos quando questionados sobre esta questão. Observe-os. Estes devem ser descartados como não merecedores do voto de um cristão.

Vivemos em um país democrático em que os poderes, de tempos em tempos, devem ser transferidos para novos governantes, de acordo com a votação popular. Uma boa prática a ser adotada pelas pessoas que irão votar é não reeleger quem já está no poder, dando assim oportunidade para outros trabalharem em prol da nação. Isto é salutar para a democracia pois promove a alternância de poder. Assim, praticando o voto, ou seja, não reelegendo o político, o eleitor tem a possibilidade de colocar no cargo eletivo alguém que pode ser mais útil para a nação do que aquele que já está exercendo um cargo, mas, que por osmose tornou-se viciado na arte do engano e da autorrealização, esquecendo-se do povo que o elegeu. Nesta eleição teremos a oportunidade de banir da vida pública o político corrupto que tem se associado a outros da mesma laia para desfraldar os cofres públicos nos níveis estadual e federal. É através de seu voto consciente e dos votos de todos nós que isto pode acontecer. Vamos nos unir neste propósito de erradicar da política aquele que é conhecidamente autor de fraudes que prejudicam o povo. A hora está chegando, faltam apenas dois dias para termos a chance de mostrar a nossa força, mostrar a nossa indignação contra todos os corruptos que assaltaram a nossa nação. Vote consciente. Pense bem antes de decidir em quem votar, mas não deixe de exercer o direito de escolher quem vai dirigir a sua vida nos próximos quatro anos. Queira você ou não, isto vai acontecer. Alguém estará na posição de tomar decisões que podem ser boas ou más para todos nós. Não vote apenas para cumprir uma obrigação. Tenha consciência política. Vote consciente.



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