08 DE AGOSTO DE 2020

O mobral faz falta!


O Berro do Bode Zé
31 de março de 2020


A confusão, aqui já relatada, estabelecida pela CEMIG, ao atender solicitante de troca de titularidade, teria sido desfeita, de forma rápida e tranquila, se mais boa vontade houvesse da parte da empresa, ao ouvir o consumidor. O consumidor “A”, informou à CEMIG que seu nome fora varrido do banco de dados da empresa por esta ter vinculado a instalação de sua residência ao nome do vizinho, o consumidor “B”, que solicitara troca de titularidade para a sua instalação. Comunicou por telefone, por carta presencial, reenviada por via eletrônica da própria empresa. A CEMIG não ouviu e parece não ter lido o que lhe foi enviado. Enviou seus prepostos, quatro vezes, para efetuar o corte de fornecimento do consumidor “A”, cujas faturas chegavam em nome do consumidor “B”, razão pela qual não eram pagas. Informada do erro cometido e repudiada pelo consumidor “A” quanto às ordens de corte de fornecimento de energia, a empresa denunciou o consumidor “B” ao SERASA. Nesse ponto, o caso foi levado à Justiça que concedeu liminar, impedindo a CEMIG em sua intenção de efetuar corte de fornecimento no endereço do consumidor “A” e determinando que fosse restabelecido o crédito do consumidor “B” junto ao SERASA. Mais uma vez, a burocracia cemiguiana patinou! Para cumprir o determinado com relação ao consumidor “A”, funcionário da empresa foi enviado a outro endereço completamente diferente do apontado no documento judicial. O funcionário tinha uma ordem de religação, o que não condizia com a realidade, pois o desligamento, ordenado em quatro ocasiões, não se efetuara por impedimento do consumidor “A”, que ameaçara chamar a polícia. Na liminar o juiz diz: “...se abstenha, até decisão final, de suspender o fornecimento de energia elétrica...” – não se fala em restabelecimento do fornecimento, porque não foi isso que o consumidor “A” reclamou. Assim como não devem ter lido a denúncia, feita pelo consumidor “A” sobre a lambança da “burrocracia” interna, também não leram ou, se leram, leram mal o documento que lhes chegou da Justiça. A CEMIG fornece luz, mas não a tem para a execução de seus serviços administrativos. Como faz falta o MOBRAL! 
 

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