04 DE JUNHO DE 2020

Dia do trabalho sem comemoração


A cidade e Eu
28 de abril de 2020


O MEDO é a trepidação da mente ante um perigo iminente ou futuro. Há um fato que preocupa a todos os habitantes do universo, como realidade perigosa e provocadora de medo. O que nos obriga, com imposição impiedosa, bruta, extensa e perigosa chama-se Covid-19. O povo teve que sair das ruas para se recolher,  maciçamente, em suas residências, fugindo de um inimigo minúsculo, invisível, forte e perigoso. Sua fome insaciável tem sacrificado grande parte da população mundial, infelizmente, com a morte, especialmente dos mais idosos, tendo voltado sua ganância letal também para os adultos e jovens.

O trabalho sofre um grande impacto, na expectativa de se proteger o operário de todas as áreas da atividade humana, preservando-se as atividades de primeira necessidade. “Home-office”, o trabalho em casa, é a solução encontrada pelo mundo empresarial para manter a produção, mesmo em caráter precário.

AS PESSOAS não podem, socialmente, se encontrar, com medo da propagação deste mal do século XXI. Longe estão dos cumprimentos manuais, dos abraços e beijos, atitudes tão simples e corteses que fazem parte do cotidiano das pessoas. Os pais não abraçam filhos(as), os amantes não se arriscam sem cautelas. Os vovôs e vovós afastam-se dos(as) netos(as), sempre preocupados com a proteção mútua. A humanidade viveu no passado situações semelhantes, perigosas, com a febre amarela, a peste negra, e, até mesmo com a lepra, sobretudo na Palestina, tempo de Cristo. Vestiam-se de saco, cobriam a cabeça de cinza, tapavam-se os rostos e fugiam para as cavernas, autoconfessando-se como perigosos ao contato humano. Quanto sofrimento, humilhação, perigo, fuga do contato humano também familiar. A história da vida é uma repetição do bem e do mal. O que resta, deste primeiro de Maio, sem comemorações oficiais, é a força da oração, única fonte espiritual para afastar o mal deste Coronavírus. Vacina, ainda não existe. Fala-se, sem comprovação oficial, sobre a ingestão da hidroxicloroquina como uma esperança imediata, ainda única e na expectativa de sua liberação. O vírus não espera, ataca! Enquanto isto as estatísticas das vítimas sobem, em ascensão vertiginosa, deixando para trás vítimas de todas as idades, raças, cores, posses, tamanhos, sexos. E famílias inteiras chorando as perdas! Os médicos, enfermeiras, e todo o pessoal que se expõe todo o tempo atendendo os pacientes são os heróis na batalha. Que Deus proteja o ser humano que Ele criou e para o qual seu Filho, Jesus, morreu numa Cruz. Que a desobediência de sua criatura não impeça o favor divino, sobretudo em circunstâncias tão adversas, como esta que atinge a Terra em pleno Século XXI.

NO ANO QUE vem, sob a invocada proteção de Deus, que não deseja o mal humano, mas  que ele tenha a vida em abundância, possamos comemorar livremente o Dia do Trabalho em comunhão também física, fato tão comum e esperado.

Senhor afaste de nós o Covid-19, porque somos filhos(as) de Deus e temos Sua proteção poderosa. A medicina curativa, hoje, está impotente para destruir este mal de origem chinesa que avassalou o mundo. Que o Espírito Santo ilumine as inteligências dos cientistas que procuram a cura! 

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