09 DE AGOSTO DE 2020

Ronda Escolar realiza palestra educativa sobre o uso do cerol


Mariana
20 de julho de 2018

As férias escolares trazem de volta uma das mais antigas brincadeiras infantis: a pipa. A diversão, porém, traz com ela o perigo do uso do cerol, mistura de cola e vidro moído, que pode até matar. Na última quarta-feira (11), a equipe da Ronda Escolar realizou no Centro de Integração Familiar (CIF), no bairro Cabanas, uma palestra sobre o uso de linha chilena e o “cerol”. A ação aconteceu com o intuito de conscientizar crianças e adolescentes sobre os perigos de utilizar esses itens cortantes nas brincadeiras. O uso do cerol é proibido por lei e os responsáveis por acidentes relacionados ao seu uso serão responsabilizados com multa.        

Para o coordenador do Projeto Ronda Escolar, GM Arantes, o objetivo das visitas e das palestras é conscientizar e orientar as crianças e adolescentes sobre os perigos e danos de algumas práticas. “Atuamos como conselheiros e buscamos a confiança das crianças. Além disso, procuramos melhorar o relacionamento com a comunidade para que haja a redução da violência e acidentes relacionados ao uso do cerol e linha chilena”, comenta o GM.

Mesmo com essa prática sendo considerada criminosa, a estatística de mortes não para de crescer. Um levantamento realizado pelo jornal Estado de Minas mostra que, desde 2009, ao menos nove pessoas perderam a vida na capital mineira por causa do material cortante. O uso de cerol e linha chilena também pode provocar outros riscos, como a eletrocussão e quedas de energia elétrica. De acordo com a Cemig, somente neste ano, de janeiro a abril, aproximadamente 200 mil consumidores foram prejudicados com o desligamento da rede. No ano passado, cerca de um milhão de pessoas foram prejudicadas.

Para a coordenadora do CIF, irmã Claudilene da Silva, essas ações são fundamentais para a prevenção de acidentes. “É importante que as crianças saibam desde cedo sobre os riscos dessas práticas, para que elas não façam uso de materiais perigosos. Como é comum o uso desses itens, além de se conscientizarem também é uma oportunidade para perpetuarem as informações”, frisou.

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