08 DE AGOSTO DE 2020

Tamo na mão de calango


O Berro do Bode Zé
06 de julho de 2020


A pandemia da COVID-19 chegou ao Brasil e aqui não teria encontrado guarida, como do lado de lá do Atlântico, se mais atenção tivesse sido dada ao perigo, mas, como já é de praxe, esperou-se o arrombamento da casa para, depois, tentar expulsar o ladrão. Deu no que deu, politizou-se a doença e, nos meios corruptos, a pandemia se tornou meio de surrupiar recursos públicos, enquanto pessoas agonizam e morrem nos hospitais. O município de Ouro Preto esteve livre da contaminação por tempo considerável, o que permitiu a instalação de hospital de campanha bem antes que se detectasse o primeiro contaminado, conforme anunciado pela prefeitura. Entretanto, esta se esqueceu da ação preventiva mais eficaz: a vigilância junto às entradas do município, não somente da cidade, anunciando as primeiras medidas, depois que alguns casos já se registravam. Depois de anunciar reestruturação da vigilância sanitária, que nunca houve na estação rodoviária de Cachoeira do Campo, há mais de uma semana está instalada uma tenda da vigilância da saúde, vazia, onde nenhum funcionário do setor foi visto até o momento. Prossegue a pandemia com parte da população em casa, com medo, enquanto outra parte finge que nada acontece, pois confraterniza fisicamente, promove festas e circula sem máscara. Por sua vez, a PMOP finge que está vigilante, por meio de uma barraca vazia. Tamo na mão de calango! 

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