05 DE JUNHO DE 2020

A ordem foi: não deixar pedra sobre pedra!


O Berro do Bode Zé
28 de dezembro de 2018


Parece até que estava programado para publicação em série, a partir do tema da semana passada, que foi a falta de seriedade neste país, mais especificamente daqueles aos quais caberia mais responsabilidade, pois o povo, propriamente dito, é sério, embora, “carneiríssimo” demais. Para a última manifestação do velho Bode, neste 2018, pensava-se em brado suave como despedida, mas entre pensar suave ou tentar construir e reagir às irresponsabilidades que se cometem neste país, há que reagir. Há que BERRAR mesmo! Não há como ser de outra maneira, enquanto pessoas de frente deste país não tomarem vergonha na cara! Como república, as estudantis de Ouro Preto parecem mais sérias e organizadas! Primeiro, veja-se o caso do bandido italiano, julgado e condenado por crimes de assassinatos em seu país. Tranquilo e solto como o mais ordeiro dos cidadãos, finalmente veio a ordem de prisão e, consequentemente, sua extradição, mas, aí, prender como? Um indivíduo visado internacionalmente por crimes de assassinato deveria estar sob monitoramento, ainda que as autoridades brasileiras lhe tivessem passado a mão na cabeça. Mas fizeram deste país a latrina do mundo! O homem vazou, escafedeu-se, “pirulitou-se”! Está a rir de nós outros, enquanto o governo torra dinheiro com a Polícia Federal no seu encalço. Depois da tentativa de derrubada do acordo imoral para conseguir o reajuste também imoral dos subsídios do judiciário, outras delinquências tiveram lugar em Brasília; sim, delinquências que, tais quais as juvenis, carecem mas não sofrem penas; delinquências oficiais praticadas contra o povo e que geram mais insegurança no caos estabelecido. Findos os trabalhos do ano no STF, um dos seus membros “melou” a decisão da prisão após condenação em segunda instância, mandando soltar mais de cento e setenta mil criminosos, de todos os tipos e dos mais perigosos. Ficou patente que tal liminar tinha implícita a prioridade de atendimento às pressões em favor do petista coroado, preso em Curitiba; como se fosse pouco o indulto de Natal, que beira as raias da insanidade, como se fosse pouca a bandidagem (incluindo-se os de colarinho branco) que assolam o país! As ruas só não se encheram de mais criminosos, porque o presidente do STF derrubou a liminar. No mesmo tribunal, outro juiz, também isoladamente, suspendeu medida provisória que, por questões de segurança financeira, adiava para 2020 reajuste para servidores federais, e, obriga governo a fazê-lo em 2019. Para completar o tripé da irresponsabilidade, faltava o Legislativo. Pois bem, na Câmara Federal, seu presidente, ao final da legislatura, deu uma rasteira na Lei de Responsabilidade Fiscal, liberando prefeituras, em todo o país para elevar seus gastos com pessoal. Confirma-se que este não é um país de governantes sérios, comprometidos com o bem-estar de seus cidadãos, comprometidos com a boa aplicação dos tributos arrecadadas, comprometidos com a moral pública. É um pais de governantes moleques! As ações praticadas em Brasília, nos últimos dias antecedentes à entrada do novo governo, comparam-se a “miguelitos”, que bandidos, após grande assalto, lançam por onde a polícia deverá passar.

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