18 DE JANEIRO DE 2019

Reflexões que o povo brasileiro deve fazer XXIX (último)


Ponto de Vista do Batista
28 de dezembro de 2018


Na DEMOCRACIA ABERTA, a oposição terá oportunidade de ser autêntica, feita por eleitores devidamente ligados ao seus representantes nos parlamentos; não mais a oposição partidária, de grupos, contra quem governa; não mais os conchavos e concessões abjetas para obtenção e concessão de apoio político. Os parlamentos deverão ser o reflexo da vontade popular e não dos interesses dos partidos como tem sido até o momento; o que for de interesse de setores e grupos econômicos deverá ser também do agrado coletivo. Projetos e propostas, em sua essência, contrárias à vontade popular, não mais deverão ser aprovadas sem que se ajustem à ela, enterrando de vez a era das imposições feitas por partidos.

O poder executivo, também alinhado com a vontade popular, terá mais liberdade para governar, pois não mais estará amarrado a grupos, no parlamento, com os quais, no sistema diversas vigente, há que manter uma troca, na maioria das vezes, maléfica à administração e/ou repulsiva à aos interesses da coletividade. Na DEMOCRACIA ABERTA, manda o povo, finalmente em consonância com o conceito de regime em que a soberania é exercida pelo povo. A democracia, para ser verdadeira, precisa da participação direta do povo; ela não precisa de partido e engana o povo quem diz o contrário. Dizer que não pode haver democracia sem partidos é a maior falácia, criada com o objetivo de manter o sistema. Na verdade, a democracia é que possibilitou o surgimento de partidos políticos, novidade que então contribuiu para que as várias tendências se agrupassem e disputassem o poder.

Ao longo do tempo, desde o século XVII, na Inglaterra, quando e onde surgiram os dois primeiros, os partidos políticos esgotaram-se, em seus propósitos originais, e se transformaram em grupos buscadores do poder pelo poder, divisores da sociedade, geradores de conflitos e usurpadores do poder que cabe ao povo. Partido político pode até propugnar pela coletividade, mas, no fundo, o que ele está a fazer é acumular prestígio, que o faça crescer. O serviço, eventualmente prestado, não é o fim, porém o meio de que o partido se serve para atingir seus objetivos internos. Isso é válido para qualquer partido político! O sistema político-partidário, vigente em grande parte do mundo dito democrático, viveu seu tempo, longo tempo por sinal (desde o século XVII), e serviu para acomodar as diversas tendências em disputa pelo poder; disputa que, não poucas vezes, chegou a conflitos sangrentos. Mas, se por tanto tempo se sustenta o sistema, é porque outro mais razoável não havia; que tornasse o povo mais participante ou mais próximo de uma democracia direta como foi em sua origem. Queira-se, ou não, chega ao fim o tempo dos partidos políticos porque, de onde talvez menos se esperasse alternativa ao velho sistema, vem a solução que torna o povo soberano. Sempre se ouviu dizer, da boca dos próprios políticos que para problemas políticos a solução deve ser sempre política; de fato, sempre o foi e nem poderia ser de outra forma. Ainda é, por enquanto, porque se trata da autossustentação do sistema que, fatalmente, poderia ruir com aplicação de medidas estranhas à natureza política.

A DEMOCRACIA ABERTA é a nova realidade que vem solucionar um problema político, desta vez não com medidas políticas, pois não mais se trata de manter, mas fechar o ciclo dos partidos, que já se esgotou. A solução vem da tecnologia, que avança em todos os setores de atividade humana, não deixando, felizmente, sem sua influência e participação nem a política, setor que mais carece de uma sacudida renovadora, em seus modos de prática. A blockchain, produtora e mantenedora das criptomoedas que, por sua vez, abrem novas e revolucionárias perspectivas na área financeira, pode e deve ser o novo caminho para a prática política. Blockchain é a grande descoberta que, no século vinte e um, querendo a humanidade, tudo a depender de um controle rígido, em defesa de direitos, estará coberto pela confiança do público. Sim, porque a nova tecnologia não se presta a tão somente moedas digitais, estando aberta a possibilidade de sua aplicação em todas as atividades humanas, que requeiram a confiança do público. Aí entra, justamente, o novo sistema político, desde o alistamento eleitoral, passando pelas eleições e a interligação eleitorado/instituições governamentais (executivo e legislativo) por meio da blockchain. Finalmente, os cidadãos livres para ter o governo que quiserem, na DEMOCRACIA ABERTA.

PARTIDOS POLÍTICOS JÁ FIZERAM MAL DEMAIS À HUMANIDADE!



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