05 DE JUNHO DE 2020

A pilantragem como marketing


O Berro do Bode Zé
11 de janeiro de 2019


A tecnologia está aí para ajudar, facilitar, mas está também para azucrinar, a depender das intenções de quem a opera. O telefone, além de sua utilidade nas comunicações, servia, há mais tempo, hoje nem tanto, para trotes com mensagens grosseiras, visando a reação virulenta do destinatário. O prazer do autor do trote era ouvir o praguejar do destinatário; reação que provocava a recorrência, ou seja, a repetição da mesma grosseria. Quando o destinatário ouvia e não reagia, o fato não se repetia. A praga, hoje, evoluiu e para perturbar não mais precisa falar qualquer coisa, bastando levar o destinatário a levantar o fone do gancho para o outro lado se desligar. São vários aparelhos a chamar, continuamente, forçando pessoas a desvios de suas tarefas, pois não se sabe, de antemão, se é uma dessas chamadas ou alguém, de fato, a tentar contato. Os números dos aparelhos são mostrados pelo identificador, porém quanto aos respectivos titulares não há registros nos serviços de identificação. Se chamados, aqueles aparelhos não respondem. Percebe-se que são robôs programados para fazer ligações a determinados aparelhos, mas com qual finalidade? A resposta pode estar num bloqueador de telefones, em comercialização pela internet. Os robôs estariam a serviço do vendedor que, mediante trote engenhoso, silencioso porém enervante, canaliza compradores para o seu bloqueador. Seria a pilantragem operada como estratégia de marketing! Faz ou não faz sentido?

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