24 DE ABRIL DE 2019

Lagoa do Gambá – Patrimônio Natural


Ouro Preto
22 de fevereiro de 2019


A grande mortandade de peixes no lago do bairro Lagoa nessa semana levou o vereador Chiquinho de Assis (PV) a solicitar formalmente informações sobre o ocorrido.

De acordo com o vereador “Essa é uma questão de saúde pública vinculada ao urbanismo, fiquei assustado e fiz questão de falar com secretário municipal de meio ambiente, Antenor Barbosa e com o SEMAE. O material coletado no local e o exame de cultura ficam prontos na próxima semana, mas nos foi informado que uma das causas pode ter sido o entupimento da caixa que estava sendo obstruída por materiais diversos, tais como garrafas de bebidas alcoólicas, plástico e até uma calça jeans. Essa situação nos leva à reflexão sobre o saneamento básico, corriqueiro da drenagem no dia a dia, do esgoto, das águas pluviais, mas principalmente, do planejamento urbano.

Qual projeto houve para os negócios que se construíram ali no entorno? Qual é o projeto de tratamento de resíduos do EPA, por exemplo? Qual projeto de tratamento de esgoto para o bairro? Temos empresas atuando ali.

É um exemplo claro que tínhamos um grande patrimônio natural da nossa cidade e por desleixo de políticas urbanas deixamos ele chegar a esse lugar.

É muito triste ver esse patrimônio natural de nossa cidade se perdendo, enterraram ali cerca de 120 Kg de peixes. Com tanta gente passando fome... E qual é a salubridade desses peixes? Será que já não estão contaminados?

Não atribuo isso apenas ao esgoto, que eu acredito que teve um papel preponderante, mas existem negócios acontecendo ali e redes desaguando na lagoa. Não sabemos ainda que tipo de medida, ou que tipo de trabalho, análise ou fiscalização vêm sendo feito nos filtros. Há um tempo atrás foi falado que o óleo de uma oficina desceu pra lá e fizeram um filtro exclusivo para tratar e não ir direto pra Lagoa. E hoje o que pode ser feito? Infelizmente a Secretaria de Meio Ambiente está sucateada, temos um secretário competentíssimo que não tem recursos, nem corpo técnico suficiente, conta com apenas um fiscal para olhar 1200 km² e um único engenheiro ambiental que não recebe como tal”.

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